O compromisso com a excelência acadêmica, aliado ao incentivo à curiosidade e ao pensamento crítico, tem rendido frutos nas unidades da Rede Jesuíta de Educação. Estudantes de diferentes colégios se destacaram em olimpíadas de conhecimento nas mais diversas áreas — da matemática, história, astronomia e astronáutica — conquistando medalhas e colocando em prática valores como a dedicação, o esforço e o discernimento.
Henrique Salles, estudante do 8º ano do Ensino Fundamental do Colégio dos Jesuítas, em Juiz de Fora (MG), foi reconhecido com medalha de bronze em nível nacional e medalha de prata em nível regional na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas e Privadas (OBMEP), considerada a maior competição científica do Brasil. Em sua 19ª edição, em 2024, contou com a participação de mais de 18,5 milhões de estudantes, e mais de 56 mil instituições de ensino em todo o país, abrangendo 99,9% dos municípios brasileiros. Além de Henrique, outros oito estudantes do Jesuítas foram premiados em nível regional com medalhas de bronze. “Sempre quis conquistar uma medalha da OBMEP. Essa conquista é fruto de muito esforço, do meu gosto pela matemática e da ajuda dos professores. Eu estudei com provas antigas e fui muito incentivado em casa, tendo um grande apoio da minha família. Estudar, resolver os exercícios e participar de uma competição em nível nacional me trouxe muito aprendizado. Ir até a universidade, fazer uma prova desafiadora, com um nível alto de exigência, foi algo enriquecedor que eu vou levar para a vida”, afirmou o estudante, que também compartilha o desejo de seguir uma carreira relacionada à matemática.
No Colégio Diocesano, em Teresina (PI), três estudantes do Ensino Fundamental – Anos Finais conquistaram menções honrosas: Arthur Cardozo Vitório do Prado, Antônio Rufino da Silva Sobrinho Neto e Rafael Vinícius Pinheiro Leão. O estudante Luiz Marques, da 1ª Série do Ensino Médio do Colégio Loyola, em Belo Horizonte (MG), conquistou a medalha de ouro na competição.
As estudantes do Colégio Catarinense, em Florianópolis (SC), Lisa, do 9º ano, e Natália, 3ª série do Novo Ensino Médio, conquistaram medalhas na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) 2025. Lisa foi premiada com a medalha de prata e Natália, com a medalha de ouro. O Colégio Antônio Vieira, em Salvador (BA), foi um dos destaques da edição deste ano da OBA, com 21 estudantes conquistando medalhas de ouro, prata e bronze. Os alunos vieirenses ganharam duas medalhas de ouro, 13 de prata e seis bronze, superando as 17 medalhas da edição de 2024. Em 2025, foram mais de 2 milhões de estudantes inscritos. Promovida pela Sociedade Astronômica Brasileira em parceria com a Agência Espacial Brasileira, a OBA busca estimular o interesse por Astronomia, Astronáutica e Ciências entre estudantes do Ensino Fundamental e Médio de todo o Brasil.
Depois de vencerem seis etapas classificatórias realizadas de forma on-line, duas equipes do Colégio Antônio Vieira, compostas por três estudantes cada, chegam à Grande Final da Olimpíada Nacional de História do Brasil (ONHB), a ser realizada nos dias 30 e 31 de agosto, em São Paulo (SP). Os seis alunos finalistas venceram, fase a fase, a competição nacional que foi iniciada em maio com, aproximadamente, 225 mil participantes de todo o Brasil, agrupados em 57.142 equipes. Agora, eles seguem para a prova presencial, na sede da Universidade de Campinas (Unicamp), que promove a olimpíada de conhecimento há 17 anos. Nesta edição, a ONHB traz como tema central Informação: produção, circulação, limites e possibilidades, promovendo uma reflexão crítica sobre a informação, o papel da mídia e sua relação com a construção da memória histórica. O formato da competição estimula o debate conjunto e a pesquisa crítica, ampliando o conhecimento para além da sala de aula e dos materiais didáticos tradicionais.