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Uma década da Laudato Si’: educar para o cuidado com a Casa Comum

Cuidar da Casa Comum é um gesto que começa no cotidiano: nas escolhas, nos vínculos e na forma como nos relacionamos com o mundo. Inspirada pela Encíclica Laudato Si’, que completa dez anos em 2025, e pela quarta Preferência Apostólica Universal da Companhia de Jesus, Cuidar da Casa Comum, a Rede Jesuíta de Educação (RJE) tem o compromisso de formar pessoas comprometidas com a transformação socioambiental. Em sintonia com a COP30, que acontecerá no Brasil no mês de novembro, em Belém (PA), as unidades da Rede fortalecem uma cultura do cuidado que une fé, conhecimento e ação concreta em favor da vida.

Para a diretora acadêmica do Colégio Catarinense, em Florianópolis (SC), Louisa Carla Farina Schröter, “a Laudato Si’ foi um marco na forma como a Igreja nos convida a olhar o mundo”. Ela recorda que a encíclica nos lembra que tudo está interligado — as pessoas, a natureza, a economia, a cultura — e que o cuidado com o meio ambiente é, antes de tudo, um gesto de amor e de justiça”. Segundo Louisa, nos colégios jesuítas essa mensagem tem transformado a maneira de educar para a sustentabilidade. “Não se trata apenas de ensinar conteúdos ambientais, mas de formar consciência, sensibilidade e responsabilidade”, afirma.

Essa integração entre fé, ciência e ação concreta se expressa na vivência diária. “A conversão ecológica acontece quando transformamos o aprendizado em atitudes concretas, quando reduzimos o desperdício, aprendemos ao ar livre, valorizamos a beleza da criação e colocamos o cuidado no centro da convivência. Cuidar da Casa Comum é cuidar daquilo que nós somos. É um gesto de amor, de justiça e de esperança, o coração mesmo da nossa missão educativa”, completa.

A coordenadora do Laboratório de Ecologia Integral do Colégio Catarinense, Karen Espíndola, destaca que a encíclica é um convite para o desenvolvimento de um olhar amoroso e consciente para com a natureza e todas as formas de vida. “A escola é um espaço privilegiado para a aquisição de atitudes transformadoras. Nosso objetivo é sensibilizar os estudantes a desenvolverem o senso de responsabilidade e formar cidadãos comprometidos com as questões sociais e ambientais”.

Para o professor de Geografia do Colégio Medianeira, em Curitiba (PR), Anderson Akio Shishito, a Pedagogia Inaciana oferece uma abordagem integral, que vai além do ensino técnico e científico, pois busca a formação completa do indivíduo, envolvendo dimensões intelectual, ética, afetiva, moral e espiritual. Inspirada nos valores de solidariedade, justiça e no cuidado com a Casa Comum, essa proposta fundamenta uma educação ambiental que desenvolve não apenas o conhecimento sobre o meio ambiente, mas também a consciência crítica e a responsabilidade pessoal e coletiva. Anderson enfatiza que a Pedagogia Inaciana favorece a vivência da ecologia integral como caminho para uma cidadania global e espiritual. “Quando a educação ambiental é permeada pela espiritualidade e pelo compromisso ético, ela forma indivíduos conscientes do seu papel no mundo e capazes de agir com empatia, responsabilidade e esperança diante dos desafios do planeta”.

Nas unidades da RJE, algumas iniciativas têm sido desenvolvidas para aproximar os estudantes da natureza e fortalecer a consciência socioambiental. No Colégio Anchieta, em Nova Friburgo (RJ), as Trilhas Ecológicas transformam os espaços naturais do Colégio em ambientes de aprendizagem integrados à ciência, à espiritualidade e ao cuidado com a Casa Comum. Um diferencial está na Trilha das Araucárias, composta por dez estações planejadas para trabalhar de forma integrada as dimensões cognitiva, socioafetiva e espiritual-religiosa. “Ao caminhar com intencionalidade pelas trilhas, os alunos são convidados ao desemparedamento, ou seja, sair do espaço restrito da sala de aula para aprender em contato direto com a biodiversidade. O projeto promove um olhar contemplativo para a natureza como dom e herança comum, estimulando práticas pedagógicas que inspiram a conversão ecológica, entendida como mudança de mentalidade e estilo de vida”, explica Elaine Machado da Silva Guaralde, coordenadora de Ecologia Integral.

No Colégio Medianeira, em Curitiba (PR), a criação do Centro de Educação Ambiental (CEA), em 2014, representou um marco na articulação de práticas concretas de conscientização ecológica por meio de vivências no campo,  como as ecovivências na Reserva Morro do Bruninho, que conectam os alunos diretamente à natureza. “Essas experiências articulam conhecimento técnico, espiritualidade e reflexão ética, permitindo que os estudantes compreendam a interdependência entre os seres humanos e o mundo natural”, afirma o professor de Geografia Anderson Akio Shishito. Ele ressalta que integrar a ecologia integral no currículo exige superar a fragmentação do saber e investir na formação continuada dos educadores, garantindo que a responsabilidade socioambiental esteja presente no cotidiano escolar.

Já no Colégio Santo Inácio, no Rio de Janeiro (RJ), o projeto interdisciplinar Cidadão no e para o mundo – construindo cidades sustentáveis desafia os estudantes a refletirem sobre o papel do indivíduo na construção de comunidades mais justas. Com atividades integradas em sala de aula, os jovens realizam o levantamento de dados e elaboram os projetos pensando no espaço urbano e suas dinâmicas, nas interações, nos fenômenos energético-ambientais e nos aspectos político-econômicos e socioculturais. “O projeto promove protagonismo juvenil e consciência de que ações individuais impactam o coletivo e o meio ambiente, além de dialogar com os debates da COP30 e com as Preferências Apostólicas Universais da Companhia de Jesus. Os alunos idealizaram um mundo onde o cuidado prevalece em todas as relações, integrando diferentes áreas do conhecimento. Essa abordagem promove a cidadania global, essencial para enfrentar os desafios contemporâneos e construir um mundo novo sustentável”, avaliam Michele Gonçalves Custódio, professora de Língua Inglesa do 8º ano, e Bruno Alves Baião, professor de Língua Portuguesa do 8º ano.

Educar para o cuidado com a Casa Comum vai muito além da transmissão de conteúdos: envolve formar pessoas conscientes, responsáveis e capazes de transformar a realidade ao seu redor.

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