A trajetória de um estudante não termina ao deixar os corredores da escola. No Colégio Diocesano, em Teresina (PI), acompanhar o caminho dos antigos alunos é, também, celebrar a continuidade da formação humana e acadêmica construída ao longo dos anos. Camilla de Oliveira Lima, Francisco Augusto Coelho da Silva e Lucas de Paiva Donato Gonçalves estão no 12º período de Medicina na Universidade Federal do Piauí (UFPI) e se preparam para a formatura, no mês de junho.
Camilla, que pretende seguir na área de Psiquiatria, recorda que sua passagem pelo Diocesano marcou profundamente sua infância e adolescência. Para ela, a formação recebida não apenas ultrapassou os conteúdos acadêmicos, mas também contribuiu diretamente para enfrentar os desafios da graduação e chegar ao momento da conclusão do curso. “O Diocesano foi parte fundamental da minha infância e adolescência. Nos meus sete anos de escola, fui transformada pela educação inaciana, para muito além do conteúdo programático na sala de aula: aprendi e desenvolvi habilidades para a vida. E isso contribuiu muito para enfrentar o curso de Medicina e superar muitas dificuldades nele. Guardo com muito carinho a minha formação no Diocesano, com a certeza de que, sem ela, eu não teria chegado ao curso na UFPI. Espero, como médica, poder honrar essa formação”, destaca.
Francisco, que pretende atuar em Cirurgia Geral, destaca a experiência no Diocesano desde o 7º ano, contribuindo tanto para a preparação acadêmica, quanto também para sua formação humana, religiosa e ética. Segundo ele, foi nesse ambiente que se fortaleceu a vocação e consolidou valores essenciais para o exercício da Medicina. “A experiência no colégio, contribuiu não apenas para minha formação acadêmica, mas também para meu crescimento humano e religioso. Desde pequeno, sonhava em ser médico e sempre compreendi a responsabilidade que essa vocação exige. O Diocesano foi essencial para fortalecer esse chamado, permitindo-me desenvolver valores não apenas por meio dos ‘dias de formação’, mas, sobretudo, pelo exemplo e pela dedicação de toda a equipe de funcionários e professores, a quem sou imensamente grato. Foi nesse ambiente que aprendi que o conhecimento só ganha sentido quando colocado a serviço do outro e que valores como ética, empatia e responsabilidade são pilares indispensáveis na prática médica. Afinal, lidamos com pessoas, e não apenas com doenças. Hoje, em cada atividade que exerço, levo comigo o lema inaciano: ‘Em tudo amar e servir’”, comenta.
Já Lucas Donato, com pretensão em seguir na Cardiologia, relembra que sua vivência no colégio foi determinante para desenvolver habilidades de convivência, trabalho em equipe e vínculos duradouros, aspectos que seguem presentes em sua vida acadêmica e pessoal neste momento final da graduação. “Um ponto fundamental na minha formação no Diocesano foi o desenvolvimento da minha capacidade de trabalhar em equipe e formação de formar vínculos. O Diocesano, para mim, foi a escola onde formei meu primeiro círculo de amizade que dura até hoje (são mais de 14 anos). E o tempo que passei, me ajudou a desenvolver essa habilidade. Hoje, tenho um olhar de bastante gratidão, porque sempre foi uma escola que, não somente me acolheu com carinho (mesmo eu não sendo católico), mas também foi onde tive o primeiro contato com o esporte que tanto amo jogar atualmente (vôlei de quadra). Por fim, recebi as bases da minha formação moral, que carrego até hoje e que certamente foram fundamentais para minha trajetória na Medicina, sendo, sem dúvida, um diferencial para o médico que pretendo me tornar”, finaliza.


