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Rede que colabora na missão de justiça e reconciliação

Na Rede Jesuíta de Educação Básica (RJE), o trabalho social integra a própria identidade da educação jesuíta e se expressa no compromisso com a dignidade humana, com a justiça socioambiental e com a formação integral de crianças, adolescentes e jovens. Educar não significa apenas garantir desempenho acadêmico, mas também formar pessoas comprometidas com a transformação da realidade. 

Nesse sentido, o cuidado com os estudantes e suas famílias, a presença educativa em territórios de maior vulnerabilidade e a criação de condições reais de acesso e permanência fazem parte da missão apostólica da Companhia de Jesus. “Quando a RJE desenvolve ações de inclusão educacional, acompanhamento de estudantes e famílias, concessão de bolsas e presença educativa em territórios de maior vulnerabilidade, ela não está apenas ampliando o acesso à escola. Está realizando, em chave educacional, sua missão apostólica”, afirma Tatiane Sant’Ana, coordenadora de ação social da Província dos Jesuítas do Brasil e mestre pelo Programa de Pós-graduação em Gestão Educacional da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).

Essa perspectiva está profundamente alinhada às Preferências Apostólicas Universais da Companhia de Jesus, especialmente ao chamado para caminhar com os pobres, os descartados pelo mundo e os vulnerados em sua dignidade, numa missão de reconciliação e justiça.

Cuidado que se traduz em prática

Na prática educativa da Rede, cuidado, justiça social e dignidade humana se concretizam na concepção de formação integral. Isso significa olhar para cada estudante em sua totalidade: sua história, seus vínculos, seu contexto familiar e comunitário, suas potencialidades e também suas fragilidades. Essa compreensão se expressa no cotidiano das unidades por meio da escuta, da construção de ambientes seguros, do acompanhamento de trajetórias e da criação de condições concretas para que estudantes historicamente mais vulnerabilizados possam acessar, permanecer, aprender e concluir sua formação com dignidade.

Também se traduz na presença do Serviço Social, que fortalece a relação entre escola, família e comunidade, contribui para a prevenção de violências e articula o acesso a outras políticas públicas quando necessário. Atualmente, a RJE mantém quatro escolas totalmente gratuitas e uma unidade de formação técnica com forte atuação no campo das bolsas educacionais e da inclusão acadêmica:

Escola Nhá Chica, em Montes Claros (MG): 190 crianças atendidas;
Escola Padre Arrupe, em Teresina (PI): 494 estudantes;
Escola Santo Afonso Rodriguez (Esar), em Teresina (PI): 653 estudantes;
Escola Padre Agostinho Castejón (Epac), no Rio de Janeiro (RJ): 170 crianças;
Escola Técnica de Eletrônica Francisco Moreira da Costa (ETE FMC), em Santa Rita do Sapucaí (MG): 387 estudantes bolsistas.

Ao todo, essas unidades atendem 1.894 estudantes. Mais do que números, as instituições representam uma presença educativa qualificada em territórios marcados por vulnerabilidades sociais. Em cada uma delas, a educação se articula com o fortalecimento dos vínculos familiares, a proteção da infância, a promoção da justiça socioambiental e a criação de oportunidades de futuro.

A RJE também possui duas unidades com Ensino Médio Noturno. O Colégio Antônio Vieira, em Salvador (BA), oferece bolsas para o turno com desconto 100% integral, para jovens cuja renda familiar, por pessoa, não exceda o valor de um salário mínimo e meio, entre outros pré-requisitos. As inscrições são abertas geralmente no mês de outubro para o ano letivo seguinte. O Ensino Noturno do Colégio São Luís, em São Paulo (SP), teve início em 1929, quando o diretor da época, Ir. Olavo Pereira da Silva, SJ, aprovou a abertura da escola no período noturno para oferecer cursos a jovens que buscavam formação para ingressar no mercado de trabalho e não possuíam condições financeiras para subsidiar os custos. De Escolinha Noturna do Irmão Olavo Pereira da Silva, SJ, a instituição recebeu o nome de Escola Técnica de Comércio São Luís, em 1943, e oferecia cursos técnicos de Contabilidade, Redator-Auxiliar e Auxiliar de Laboratório de Análises Químicas. Em 1976, a administração da Escola Técnica foi incorporada ao Colégio São Luís, mantendo-se um único nome, e o curso de Assistente de Administração passou a ser oferecido. Na década de 1980, o curso noturno passou por uma reformulação: o chamado 1º Grau (Ensino Fundamental) deixou de ser ofertado e foi substituído pelo 2º Grau (Ensino Médio regular). Já nos anos 2000, com a baixa procura pelos cursos técnicos, o CSL encerrou as atividades dessa modalidade de ensino e manteve somente o Ensino Médio Noturno.

Além das escolas gratuitas e do Ensino Médio Noturno, a Rede  também desenvolve um amplo programa de concessão de bolsas de estudo, estruturado por meio do Programa de Inclusão Educacional e Acadêmica (Piea). A bolsa não é compreendida apenas como um benefício financeiro, mas como instrumento de inclusão educacional e acadêmica. Os processos de concessão envolvem formulário socioeconômico, análise documental, entrevistas sociais e, em alguns casos, visitas domiciliares. A política combina critérios objetivos, análise técnica e discernimento institucional, buscando assegurar que o benefício chegue às famílias em situação de maior vulnerabilidade.

No entanto, garantir o acesso é apenas o primeiro passo. Para assegurar a permanência dos estudantes, as unidades oferecem benefícios complementares, como alimentação, uniforme, material didático, transporte e, em alguns contextos, recursos específicos para a formação técnica. Segundo Tatiane, esses apoios não devem ser vistos como ajuda complementar, mas como mediações concretas para a efetivação do direito à educação. “O que sustenta a permanência não é apenas a concessão de uma bolsa ou de benefícios, mas uma atuação integrada, que combina condições materiais, acompanhamento técnico, vínculo institucional e articulação em rede”, explica.

Famílias e territórios no centro do processo educativo

A família é parte da comunidade educativa. Por isso, o acompanhamento social e pedagógico das famílias é um elemento essencial do trabalho desenvolvido pela Rede. Muitas vezes, os estudantes convivem com situações que impactam diretamente sua trajetória escolar, como insegurança alimentar, precariedade habitacional, fragilidade de vínculos, desemprego e dificuldades de acesso a políticas públicas.

Assim, a escuta das famílias, a construção de estratégias personalizadas e a articulação com a rede socioassistencial tornam-se fundamentais para garantir proteção integral e permanência escolar. Quando necessário, as unidades educativas atuam em articulação com Centro de Referência de Assistência Social (Cras), Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), Conselho Tutelar e outros serviços do sistema de garantia de direitos.

Uma Rede que fortalece a missão

Presente em diferentes regiões do país, a RJE reúne 17 unidades educativas. Essa atuação em rede fortalece o alcance, a consistência e o impacto do trabalho social desenvolvido. Ao compartilhar diretrizes, critérios, formações e experiências, a Rede consegue qualificar processos, fortalecer equipes e garantir maior equidade na implementação das ações, respeitando as especificidades de cada território.

Mais do que uma estrutura organizativa, a rede expressa um modo de proceder próprio da Companhia de Jesus: o trabalho em corpo apostólico. “É essa lógica que nos permite dar escala, consistência e legitimidade ao trabalho de inclusão educacional e acadêmica, mantendo unidade na missão e qualidade na ação, mesmo diante da diversidade dos territórios em que estamos inseridos. A mensagem é clara: não há educação de qualidade sem compromisso com a justiça socioambiental, o cuidado da vida e a defesa de direitos, e não há justiça possível sem uma educação que forme sujeitos comprometidos com a transformação das realidades em que vivem”, destaca Tatiane.

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A Rede Jesuíta de Educação Básica (RJE) foi constituída em 2014 com o objetivo de promover o trabalho integrado entre as unidades de Educação Básica da Companhia de Jesus no Brasil a partir de desafios e identidade comum, buscando sempre o sentido de corpo apostólico.

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