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O Natal que inspira a missão educativa

Por Pe. Emmanuel Araujo, SJ, assistente espiritual do Colégio Antônio Vieira, em Salvador (BA).


No Natal, nós celebramos com alegria a grande Boa Notícia:
“…nasceu para nós um menino, um filho nos foi dado…” (Is 9,5). Diante da realidade de ameaça e medo (escuridão, sombras da morte…) que o povo vivia, o profeta anuncia a presença fiel de Deus: é uma grande luz, fonte de grande alegria, que tira todo jugo opressor.

Aquilo que Isaías anuncia ao povo olhando de longe para o futuro, o anjo anuncia aos pastores como realidade atual (Lc 2,11): O Senhor está presente, ele é Deus conosco. São João nos diz que “ele veio para o que era seu”, para o mundo que havia criado (Jo 1,11). Ele não só governa o mundo como onipotente e onipresente criador, mas se fez próximo, um de nós, nosso vizinho. Ele transpôs a distância que nenhum pensamento ou gesto humano poderia transpor, e veio para nós, que somos seus: ele, o eternamente infinito, o inacessivelmente distante, assumiu nossa fragilidade humana e entrou no mundo fazendo-se humano, como nós.

Desse modo, “manifestou-se a bondade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor pela humani­dade” (Tt 3,4). Nessa cena da gruta de Belém, somos chamados a contemplar o amor de Deus, que se faz carne por nós em seu Filho. Santo Inácio nos diz para pedir conhecimento interno do Senhor, que por mim se fez homem… Jesus é o por mim de Deus, que se fez pequeno e indefeso para ser acolhido por nossas mãos… O seu nascimento revela a sua paixão pelo ser humano, a sua simpatia extrema por nós, a qual o impulsionou a partilhar de nossa condição frágil e vulnerável.

A fé cristã nos chama a acolher a carne de Deus que se fez solidário com a nossa fraqueza: “todo espírito que confessa Jesus Cristo vindo na carne, é de Deus” (1Jo 4,2). Nossa fé nos faz compreender que aquele Deus que ninguém jamais viu (Jo 1,18) revela sua face mais íntima em uma criança indefesa, porque quer ser amado e acolhido por nós.

A cena do nascimento de Jesus é construída como um contraponto entre o poder humano, que se impõe por vontade de um Imperador em um censo mundial e a impotência de Deus, que se abaixa, se humilha se concentra em uma criança vulnerável que precisa ser amada e cuidada e que também pode ser rejeitada.

Se o filho de Deus viesse com poder, no fulgor da sua glória, certamente não se exporia à rejeição; todos o teríamos, necessariamente, acolhido. Mas não seria Deus e, sim, um ídolo, como todos os ídolos desse mundo, que se impõem pela força e pelo poder, como César Imperador, que tem a pretensão de ser senhor do mundo inteiro… E não teria acrescentado nada de novo para nós…

O Natal nos diz que o sinal para reconhecê-lo será diferente: a sua enorme grandeza será aquela do pequeno; o seu esplendor encantador, aquele da criança encantada; o seu aspecto tremendo, aquele de um corpo trêmulo na manjedoura: “Deus é impotente e fraco no mundo, e exatamente assim, somente assim, ele está conosco e nos ajuda” (D. Bonhöffer). É a vulnerabilidade do amor que respeita a liberdade humana: o amor não se manifesta no poder dominador, mas na vulnerabilidade, que precisa ser acolhida e cuidada. Contudo, a todos os que o acolhem assim como ele é, dá-lhes o “poder de se tornarem filhos de Deus” (Jo 1,12).

Esta é uma Boa Notícia que não pode nos deixar indiferentes, mas nos coloca em movimento, como fez com os pastores que a receberam: Levantemo-nos, vamos a Belém… Aqui podemos refletir para tirar algum proveito: em nossa missão educativa, o que significa levantar e ira para Belém? A quem o Senhor nos envia, nessa missão de formar homens e mulheres que sejam líderes transformadores nesse mundo tão marcado por injustiças, violência e contradições em que vivemos? Que a experiência do Natal nos inspire sempre mais a levantar para ir a Belém, a estar em movimento, a inovar nos meios para educar, sempre enraizados na tradição da educação jesuítica de uma educação humanista e integral, que forma homens e mulheres comprometidos em amar e servir. 

Feliz Natal a todos e todas! 

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