Há três anos, o Colégio Loyola, em Belo Horizonte (MG), desenvolve um projeto que integra jogos de tabuleiro à rotina pedagógica, da Educação Infantil ao Ensino Médio. Construída de forma colaborativa entre professores, a iniciativa tem se mostrado uma ferramenta eficaz para estimular habilidades cognitivas, socioafetivas e motoras, além de aumentar o engajamento dos estudantes.
Segundo a professora de História Marisa Ribeira, os jogos acompanham o desenvolvimento dos alunos, começando com propostas voltadas à coordenação e à convivência e avançando para desafios que envolvem raciocínio lógico, interpretação e tomada de decisão. “Os jogos potencializam o aprendizado e favorecem um ambiente de diálogo e participação”, destaca.
Em 2025, um dos destaques foi o uso do jogo Daybreak em uma atividade interdisciplinar entre História e Ecologia Integral, envolvendo estudantes da 2ª série do Ensino Médio em reflexões sobre desafios ambientais, cooperação e pensamento crítico. O projeto também se estende ao contraturno, por meio do Clube de Board Games, no qual alunos do 8º ano ao Ensino Médio exploram novas mecânicas, criam jogos e trabalham em equipe, apoiados por um acervo de referência.


