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14º Fórum das Equipes Diretivas da RJE encerra com o lançamento de documentos e foco no planejamento estratégico

O 14º Fórum das Equipes Diretivas da Rede Jesuíta de Educação (RJE) foi concluído nesta quinta-feira, 21 de maio, no Colégio Loyola, em Belo Horizonte (MG), com uma programação voltada ao futuro da missão educativa da Rede. O último dia do encontro começou com a oração da manhã organizada pela equipe de Formação Cristã e Pastoral do Colégio Anchieta, de Porto Alegre (RS), em homenagem aos 400 anos das Missões Jesuítico-Guarani. 

Em seguida, o provincial dos Jesuítas do Brasil, Pe. Francys Silvestrini Adão, SJ, conduziu, de forma on-line, a palestra Educar é semear transformação, em diálogo com a Carta Apostólica Traçar novos mapas de Esperança (2025), do Papa Leão XIV. O provincial estruturou a reflexão em quatro momentos. No primeiro deles, intitulado A ousadia e a teimosia do olhar móvel, Pe. Francys retomou o espírito do Concílio Vaticano II como fundamento da forma de proceder da Companhia de Jesus diante do mundo contemporâneo. Segundo ele, esse movimento exige um constante discernimento sobre a própria identidade e missão, algo que também marca a caminhada da Rede Jesuíta de Educação. “O olhar móvel é o olhar de quem se reconcilia com os movimentos da vida. Nosso carisma é um carisma de mobilidade apostólica. Nós não somos enraizados em um lugar, mas em Cristo e no serviço”, afirmou.

Na sequência, ao refletir sobre a RJE na missão da Província dos Jesuítas do Brasil, Pe. Francys reforçou a inserção da Rede dentro do corpo apostólico da Província, em diálogo com outras redes e frentes apostólicas. Segundo ele, a segunda fase de implementação das Preferências Apostólicas Universais já é uma realidade assumida pelas diferentes obras da Companhia de Jesus, exigindo processos permanentes de conversão pessoal, comunitária e institucional. O provincial também destacou outros desafios prioritários da Província, como o fortalecimento de uma consistente cultura do cuidado, a articulação entre os Núcleos Apostólicos e a necessidade de viver o redimensionamento institucional como atitude espiritual contracultural.

No terceiro momento da palestra, Pe. Francys relembrou o Pacto Educativo Global, impulsionado pelo Papa Francisco, como “estrela-guia” para a missão educativa da Igreja e das instituições jesuítas. Ele retomou os sete caminhos propostos pelo Pacto, entre eles colocar a pessoa no centro, escutar crianças e jovens, reconhecer a família como primeira educadora, promover a inclusão e cuidar da Casa Comum, afirmando que esses princípios também se tornam critérios concretos de avaliação das práticas educativas. Além disso, apresentou as três prioridades acrescentadas pelo Papa Leão XIV na Carta Apostólica Traçar novos mapas de Esperança: a valorização da vida interior, a promoção de um “digital humano” e a construção de uma paz “desarmada e desarmante”.

Já no quarto e último momento, intitulado Sede sabedoria: além do conteúdo, um estilo, Pe. Francys chamou atenção para a linguagem utilizada pelo Papa Leão XIV na Carta Apostólica, marcada por imagens simbólicas e inspiradoras, onde a educação é entendida como “obra coral”, “nova coreografia”, “constelação de estrelas”, “navegação” e “custódia do coração”. Segundo ele, trata-se de uma linguagem sapiencial, capaz não apenas de transmitir conceitos, mas de despertar processos interiores e provocar novos sentidos. “A educação é a arte de nos tornarmos humanos juntos. Quem educa semeando transformação está pintando a obra da vida de uma pessoa”, afirmou. A reflexão foi concluída com o convite para que as instituições educativas fortaleçam uma educação comprometida com o discernimento, a interioridade, a esperança e a formação integral das novas gerações.

Na sequência, o diretor-geral do Colégio Antônio Vieira, em Salvador (BA), e integrante do Comitê de Gestão de Pessoas, Sérgio Silveira, apresentou reflexões relacionadas aos processos de avaliação de desempenho. Os participantes também se dedicaram ao tema dos métodos e metodologias aplicadas à elaboração dos planos estratégicos locais, a fim de fortalecer a articulação entre as diretrizes da Rede e as realidades específicas de cada unidade educativa. 

No início da tarde, as equipes diretivas acompanharam a apresentação da pesquisa de mercado conduzida por Hugo Baldioti, da Creatti Consultoria e diretor administrativo do Colégio Diocesano, em Teresina (PI), que trouxe análises e perspectivas relevantes para os desafios atuais da educação. Em nível de Rede Jesuíta de Educação, ele detalhou as características demográficas e econômicas, índices e tendências locais, desempenho acadêmico, oportunidades e provocações de algumas unidades.

O assessor pedagógico da Rede, Juliano Oliveira, apresentou o Instrumento de Diagnóstico Local da RJE, iniciativa voltada ao fortalecimento do planejamento estratégico das unidades. O diretor administrativo do Colégio Anchieta, em Porto Alegre (RS), Inácio Reinehr, deu o seu relato como instituição-piloto do instrumento. Em seguida, o diretor-geral da ETE FMC, em Santa Rita do Sapucaí (MG), Alexandre Loures Barbosa, compartilhou a experiência da instituição com o Projeto Flora, que promove o desenvolvimento sustentável e protege os direitos das comunidades indígenas e ribeirinhas Sateré-Mawé no Alto Urupadi (AM), unindo tecnologia, preservação cultural e ambiental para reduzir o isolamento e a exclusão social. A ETE iniciou uma ação voltada à capacitação das comunidades para a realização de manutenções e cuidados nas instalações fotovoltaicas. O trabalho inclui o desenvolvimento de um quadro de comandos para padronizar as instalações, o apoio na montagem e implantação de novas usinas, além da manutenção das já existentes. 

A assessora pedagógica da Rede, Ana Loureiro, fez uma relação entre os 40 anos do documento Características da Educação da Companhia de Jesus com o Mapa de Aprendizagem de Formação Inaciana Integral (MAFII) e as Diretrizes de Formação Cristã. As duas publicações, lançadas no Fórum, representam importantes avanços na consolidação de uma proposta formativa integrada, alinhada à tradição educativa jesuíta e aos desafios contemporâneos.

Após o encerramento do Fórum, realizado pelo diretor-presidente da RJE, professor Fernando Guidini, todos participaram da Eucaristia, celebrada pelo diretor-geral do Colégio Medianeira, em Curitiba (PR), Pe. Agnaldo Duarte, SJ. A instituição será a anfitriã do 15º Fórum, em 2027. “Temos realidades muito diferentes entre as nossas 18 unidades educativas. E justamente por isso precisamos fortalecer ainda mais nossa capacidade de diálogo, colaboração e apoio mútuo. O que sustenta uma Rede não é a uniformidade, mas a comunhão em torno da missão. A RJE é uma missão compartilhada. E o futuro da nossa Rede dependerá, cada vez mais, da nossa capacidade de atuar como um verdadeiro corpo apostólico”, concluiu Guidini.

 

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